Wednesday, May 31, 2006

Se não for amor, não importa...

Uma das experiências mais sublimes de se viver é...o amor¹. Sem dúvida eu deveria usar mais do pouco tempo que tenho para escrever sobre ele. Não em todas suas formas de manifestação...mas naquela em que todos pensam vez por outra, ora quando estão apaixonados...ora quando refletem sobre suas próprias vidas...seus objetivos.
Que sentimento é este que teimamos em acreditar compreender mas que tão longe estamos de realmente consegui-lo?
O dia-a-dia nos consome...e cada vez mais esse papo anacrônico toma conta de toda nossa juventude: é cansaço demais...é tempo de menos...é compromisso demais...é vida de menos.
Por que venho aqui fazer uma reflexão sobre o óbvio? Simplesmente porque se fosse tão óbvio a humanidade não passaria tanto tempo pedindo os mesmos conselhos e ouvindo sempre as mesmas orientações por negar o inegável...que precisamos de amor.
Um grande compositor disse que “é impossível ser feliz sozinho”...outros grandes músicos dizem que é possível sim...e pertencem a espaços e rodas de amigos que compartilham do ponto de vista...
Então estou aqui, não para falar do amor...mas da ausência dele...e dos corações desafurtunados ainda não agraciados pela reciprocidade...
Se ninguém tivesse tempo pra amar, não estaríamos muitos de nós com o coração partido...à espera de alguém que não vem...não chega...ou não quer chegar...
Esse estranho sentimento...em origem ainda não classificado...e nunca certamente decifrado por cada um...sempre desperta a vontade de ser desvendado, carrega consigo essa incógnita...mas afinal, o que é amar? O que é o amor?
Não me peçam para responder...este não é um artigo de opinião...nem um texto jornalístico.
Autores versáteis e grandes nomes de nossa literatura o fazem bem, inclusive por meio de histórias inverídicas...e se estou aqui, é porque hoje, somente hoje, sou apenas mais uma estudante de jornalismo...ainda que fascinada por política e economia, voltada por um instante para dentro de mim...escrevendo sobre o senso-comum...e sobre as fatalidades tão freqüentes da vida... ;-)


¹ Tenhamos que, como concessão, definirei como “amor” desde as paixonites indefinidas até os “amores” que levam às descomedidas loucuras passionais incompreensíveis.